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ELISARDO VASQUEZ

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ELISARDO VASQUEZ

NASCIMENTO
10 de outubro de 1945
Arzua, Espanha
CAMPOS DE ATUAÇÃO
Aterosclerose, Hipertensão Arterial, Microbiota Intestinal, Doenças Neurodegenerativas
PREMIAÇÕES
Prêmio da Sociedade Interamericana de Hipertensão
(1993)
Personalidade do Ano 
em Inovação Tecnológica concedido pela Fapes
(2014)
Professor Emérito 
concedido pela UFES
(2016)
Professor Honóris Causa concedido pela UVV
(2022)
O Prof. Elisardo Vasquez tornou-se, em seus mais de quarenta anos de carreira como pesquisador, docente e inventor, um cientista respeitado e admirado no Brasil e no mundo. Suas consquistas pessoais e profissionais são descritas aqui para você conhecer um pouco mais desse homem a frente do seu tempo.
1945 1970
Espanha e primeiros anos no Brasil
Elisardo Corral Vasquez nasceu no ano de 1945 em uma antiga casa celta localizada na periferia da cidade de Arzua, Galicia. Em 1957 emigrou para Santos, Brasil, e logo começou a trabalhar em uma Farmácia para contribuir com seus pais e irmão nas despesas da família. Nos vários anos subsequentes acumulou uma vasta experiência que viria a contribuir na sua futura carreira como pesquisador. Nesse sentido, realizou curativos em feridas, aferiu pressão arterial, aplicou injeções, coletou material para exames biológicos e bioquímicos, esterilizou instrumentos e materiais biomédicos, além de diversos outros procedimentos que serviriam como arcabouço prático e teórico para suas pesquisas. Também atuou na manipulação de remédios a partir de prescrições médicas, incluindo a composição de xaropes, tinturas, pomadas, cápsulas e supositórios. Isso tudo só foi possível pelo modelo de funcionamento das farmácias na época, onde o funcionário responsável tinha a tarefa de manipular substâncias que serviriam para a confecção de remédios, além de diversos outros procedimentos básicos no cuidado com a saúde.

Em 1965, Elisardo demonstrou interesse e talento no campo da fotografia, adquirindo com todas as suas economias uma Yashica Electro 35, primeira câmera fotográfica com obturador eletrônico, a qual permitia o disparo prolongado de 30 segundos. Isso revelou uma precoce e positiva associação entre ciência e cultura. A consequência direta dessa combinação é o vasto acervo fotográfico disponível no Museu.

Percebeu cedo a importância do Inglês no mundo e estudou esse idioma durante dois anos, tornando-se fluente na língua. Além disso, o instituto em que estudava inglês ofereceu a Elisardo uma biblioteca ampla, com os melhores títulos norte-americanos em química, matemática, biologia e física. Todos eram lidos por ele com afinco nos fundos da farmácia em que trabalhava. A partir de toda aequela refinada teoria que foi adquirida passou a acreditar que tinha chances de passar no concurso para ingressar no curso de medicina. Na realidade, aqueles foram os primeiros passos do nosso mestre rumo a um futuro mundo que temos a honra de vivenciar no presente momento.

1971 1975
Início da vida acadêmica

Aos 22 anos de idade ingressou na Universidade de Brasília (UnB), optando no decorrer do curso pela carreira em Ciências Biomédicas, modalidade médica (Biomedicina). Teve como primeiro tutor Agenor Mello Sobrinho, cientista formado no MIT (Massachusetts Institute of Technology). Esse, ao saber que se tratava de um jovem economicamente carente, o agraciou com uma bolsa de Iniciação Cientifica (IC) do CNPq. A pesquisa contemplada tinha como propósito verificar se havia relação entre rigidez de origem intercolicolar no sistema nervoso central e quantidade, qualidade e integridade de DNA em ratos. Entretanto, 6 meses após, o estudo foi interrompido para dar lugar a outro com o objetivo mais atrativo: criar um dispositivo que desviava o sangue do animal (cão), diminuindo a pressão sanguinea durante o infarto do miocárdio. Após o restabelecimento de condições cardíacas normais, o sistema era revertido com o próprio sangue anteriormente desviado.

Durante sua graduação, Elisardo atuou como monitor em 4 disciplinas (Citologia, Embriologia, Genética e Fisiologia), fato que demonstrava sua vocação para a docência. Além disso estagiou na sala de obras raras da biblioteca da UnB, o que aumentou ainda mais seu interesse e admiração pela historia da ciência e da arte. Um exemplo positivo dessa relação entre esses dois campos do saber na carreira de Elisardo aconteceu no projeto em que o mestre se envolveu na época: um estagio conduzido pelo Ministério de Minas e Energia no qual o objetivo era auxiliar pesquisadores na análise feita em fotos aéreas tiradas pela US-Air Force (projeto Radam) no território brasileiro.

1976 1981
pós-graduação/fmrp-usp

Elisardo realizou seu antigo sonho de estudar na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) em 1976 ao ser selecionado por uma banca de 10 fisiologistas para uma vaga no Laboratório de Pesquisa Cardiovascular. Ingressou então na pós-graduação da referida faculdade, orientado pelo renomado Professor Eduardo Moacir Krieger. Esse, por sua vez, percebeu no pupilo talento para a docência já demonstrado nas monitorias realizadas na UnB. Por conta disso ofereceu a ele a oportunidade de ministrar aulas, palestras e seminários no curso de medicina. O resultado dessa experiência foi o aprimoramento das qualidades didáticas necessárias e admiráveis observadas hoje em suas aulas.

Foi nessa época também que Elisardo se envolveu em um dos projetos de pesquisa mais importantes dos quais fez parte. O objetivo nesse caso era estudar a hipertensão neurogênica em ratos. O resultado foi a criação de um sistema que permitia de modo inédito registros de eletrocardiograma contínuos e crônicos durante 15 dias em ratos acordados.

Esse período de pós-graduação sempre foi motivo de orgulho para Elisardo. Naquela ocasião, ele teve contato com nomes importantes da ciência brasileira e internacional. Dentre eles figuram os doutores Eduardo Moacir Krieger, Ricardo Marseillan, Miguel Rolando Covian e Maria Carmela Lico, todos eles discípulos treinados pelo prêmio Nobel Bernardo Alberto Houssay e seu colaborador Eduardo Braun-Menendez. Dentre os brasileiros ele destaca o seu próprio orientador, além de Rocha e Silva, Antunes Rodrigues e Sergio Ferreira.

Naquela mesma época, Elisardo fez parte de um seleto grupo de admiradores da filosofia orientados pelo Prof. Covian. As reuniões aconteciam todo sábado à tarde na casa do professor dentro do campus da universidade e tinham como objetivo discutir tópicos nos campos da filosofia, da arte e da música.Foi ao lado também do Prof. Covian que Elisardo e alunos da pós-graduação da FMRP-USP promoveram os primeiros Cursos de Verão em Fisiologia da insituição. A ideia era criar um evento em fisiologia que abarcasse todas as regiões do país, reunindo de tal forma estudantes de todos os estados.

Posteriormente a esse evento, Elisardo teve destacado papel no Conselho Deliberativo Superior da FMRP-USP, para o qual foi eleito pelos alunos de mestrado e doutorado das pós-graduações da instituição. Tal experiência ofereceu um aprendizado que se refletiria na excelência demonstrada em cargos administrativos por ele ocupado posteriormente, especialmente na administração de pós-graduações que ele veio a criar na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Para tanto ele contou na época com a colaboração de importantes colegas pesquisadores: Antônio Cabral, José Pires, José Geraldo Mill, Luiz Carlos Schemberg e Maria Cicilini, oriundos da FMRP-USP, Dalton Vassalo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Henrique Futuro-Neto, da University of Birminghan, Inglaterra.

A pós-graduação na FMRP-USP também proporcionou as primeiras cotribuições para o atual acervo do Museu de Biociências. Destacam-se nesse caso o aparelho para monitorização digital de temperatura de 2 canais e controle remoto, inventado pelo Prof. Ricardo Marseillan, e a mesa cirúrgica articulada e ajustável para operar ratos, a qual foi fabricada na oficina de precisão da faculdade.

1979 2019
Professor e empreendedor
A carreira de Elisardo como professor iniciou-se já na ocasião do término do seu doutorado. Na época foi convidado de forma simultânea para assumir a vaga de professor de Fisiologia Humana em duas instituições de ensino e pesquisa: a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) e a UFES. Embora a UNESP demonstrasse grande prestígio na época, estivesse localizada próxima a Ribeirão Preto e contasse com o apoio do mestre Prof. Dr. Krieger, o jovem professor optou pela segunda, assumindo o cargo na UFES em 1981. Já nos seus primeiros anos, o Prof. Elisardo Vasquez valeu-se de sua atitude aglutinadora e de valorização das pessoas para estabelecer relações produtivas com outros professores, tais como Dr. Cabral e Dr. Futuro Neto. Além disso, sua habilidade de improvisar materiais e equipamentos compensava a falta de estrutura encontrada por ele, criando sempre formas criativas de se conduzir pesquisas. Um exemplo disso é a adaptação de um eletrocardiógrafo em um registrador de pressão arterial. Outro exemplo de sua contribuição para a pesquisa na UFES foi a chegada de Ribeirão Preto do primeiro casal de ratos Wistar. Além disso, foi responsável junto a Prof. Silvana Meyrelles pela adição de camundongos transgênicos nas pesquisas conduzidas na universidade. Com muito empenho e trabalho, o Prof. Vasquez conseguiu em 1987 junto ao então reitor da UFES José Antônio Saadi Abi-Zaid a construção de um prédio moderno e equipado com tecnologia para pesquisas, originando dessa forma o primeiro mestrado no campus de Maruípe. Por este feito ele é agraciado com medalha de honra ao mérito. Em 1993, o Prof. Vasquez consegue junto ao então reitor Roberto da Cunha Penedo construir um segundo prédio, criando a partir disso o primeiro doutorado do Espírito Santo. O resultado disso veio já em 1996 com a diplomação dos primeiros doutores durante o mandato do Reitor José Weber Freire Macedo. Seu pioneirismo foi recompensado em 2014 pelo Reitor Reinaldo Centoducatte com outorga do título de Professor Emérito.

Além de ter atuado como membro permanente do pós-graduação da UFES, entre os anos de 2001 e 2015, o Prof. Vasquez atingiu um novo patamar em sua vida científica e administrativa. Isso foi possível graças a um convênio entre a UFES e a Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Durante esse período atuou como um dos gestores da Rede Metropolitana de Alta Velocidade de Vitória (MetroVix), uma iniciativa do Ministério da Ciências e Tecnologia (MCT), por meio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) que ficou responsável à época por interligar instituições públicas por meio de fibra ótica de alta velocidade.

Com a colaboração da Dra. Mary Lee dos Santos e Dr. Roger Bongestab criou também o segundo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do Espírito Santo. Esse tinha um caráter universal, atendendo a todos os pesquisadores capixabas. Além disso, ajudou a formatar comitês equivalentes em diversas outras instituições de ensino superior, dentre elas a Universidade Vila Velha (UVV).

Nessa mesma época criou e presidiu por oito anos consecutivos o Congresso de Ciências da Saúde Estadual, o qual contou com uma média de 1200 inscritos por evento. Esses só foram possíveis graças a colaboração da Dra. Flavia Imbroisi Valle Errera e da Dra. Luciana Carrupt Machado Sogame, além da secretária Carla Motta Oliveira Garcia . Os encontros tornaram-se muito atrativos tanto pela oportunidade de aprendizado e troca de informações quanto ao fato dos patrocinadores (Unimed Vitória, Multiscan, Angiolab, Facitec, FAPES, Intercath e CAAL) premiarem diferentes categorias de pesquisa. Outro fato de destaque e inovação nacional foi a organização de encontros de associações de pacientes dentro desse mesmo congresso para expor e debater com gestores de saúde pública os problemas enfrentados cotidianamente por eles.

O Prof. Vasquez, a despeito de todas as atividades que ele desenvolvia de forma simultânea, ainda teve energia para frequentemente atuar como membro das reuniões em Brasília do Comitê de Assessoramento em Biofísica, Farmacologia, Fisiologia e Neurociências (CABF) do CNPq. Nesses encontros eram avaliados os candidatos a bolsas de pesquisa nacionais e internacionais, além de várias outras modalidades de auxílio em ciência.

Já em 2016 foi homenageado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES), atualmente parceira do Museu de Biociências. Recebeu na ocasião uma placa de Personalidade de Destaque em Pesquisa, Inovação e Tecnologia.

Em outubro 2019 a UFES, seus colegas de trabalho e seus discípulos celebraram em solenidade os 40 anos de carreira do Prof. Vasquez. No evento o homenageado ministrou uma aula contando toda sua incrível jornada, viajando desde sua migração da Espanha para o Brasil até os dias atuais.

Atualmente o Prof. Vasquez possui vínculo com a Universidade Vila Velha (UVV), na qual lhe cabe, dentre outras coisas, as tarefas ligadas a pesquisa e orientação de alunos. Além disso, ajuda na internacionalização da entidade de ensino ministrando aulas de metodologia de pesquisa para mestrandos e doutorandos em inglês ou espanhol.

Em reconhecimento ao seu talento, sua dedicação à pesquisa e pela criação do Museu de Biociências o Prof. Vasquez foi laureado em 2022 com o título de Professor Honoris Causa concedito a ele pela UVV. Cabe destacar que a Universidade de Santiago de Compostela (Espanha), em reconhecimento pela parceria que tem com a UVV, se fez presente na solenidade por meio do seu principal colaborador europeu, Dr. Manuel Campos Toimil.

1989 1991
1º pós-doutorado e professor visitante nos eua

O mestre Vasquez completou sua formação cientifica com dois estágios de pós-doutorado na Universidade de Iowa (EUA). O primeiro ocorreu de outubro de 1989 a junho de 1991, sob a supervisão de Dr. Michael Brody. Esse, por sua vez, nomeou o recém chegado como Professor Visitante Associado. Essa nomeação se baseava no reconhecimento da importância do Prof. Vasquez no cenário da fisiologia no Brasil e no seu papel fundamental na criação do primeiro mestrado na área de saúde na UFES. Além disso, ele foi indicado em 1990 para coordenar o evento semanal Journal Club Meeting da clínica cardiovascular da universidade.

Nesse mesmo estágio o Dr. Michael Brody lançou um desafio ao Prof. Vasquez: desvendar as regiões do sistema nervoso central relacionadas ao controle do sistema cardiovascular. Em poucos meses, o discípulo já demonstrava grande habilidade em suas pesquisas nessa área.

O laboratório no qual Vasquez realizou suas pesquisas contava com altos recursos financeiros e uma excelente equipe de pesquisadores, todos chefiados pelo competente Michael Brody. Contando com isso e com a chegada de um fascinante supercomputador, ele pode demonstrar de modo inédito que era possível eliminar neurônios bulbares que ativavam o sistema cardiovascular e controlavam a excitação simpática, sem contudo afetar fibras de passagem na mesma área. Os achados se tornaram ainda mais importantes pelo fato do professor ter o domínio de equações integrais e derivadas que resultaram no uso de um programa denominado barocurvas. Esse programa foi trazido para o Brasil e distribuído entre seus colegas de pesquisa da mesma área.

Em dezembro de 1990 Michael Brody faleceu de forma súbita. Por esse motivo o Prof. Vasquez foi convidado pelo diretor do centro cardiovascular a assumir e finalizar por aproximadamente 3 meses os projetos herdados do seu mestre. Naqueles ultimos meses ele também aproveitou para esboçar um grande e duradouro convênio com seu colega de pós-doutorado, Dr. Kurt Varner, firmando uma associação produtiva entre a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e a Universidade Estadual de New Orleans (LSU). Esse convênio proporcionou estágios aos Professores Antonio Cabral, Dalton Vassalo, Ivanita Stefanon e Ester Palacios.

1997 1999
2º pós-doutorado e professor visitante nos eua

Elisardo fez um segundo pós-doutoramento entre os anos de 1997 e 1999 seguindo os mesmos moldes do anterior. Entretando, nesse caso, no campo das doenças mentais no laboratorio de psicologia de Dr. Alan Kim Johnson. Nesse segundo estagio, ele tinha ao seu dispor muitos recursos materiais e soube assimilar várias técnicas e avanços em terapias gênicas usando o adenovirus replicante-deficiente, cultura de células neurais e registros de corrente de ions (viabilidade neuronal).

Cabe destacar que nesse mesmo período foram adquiridos uma parte considerável dos aparelhos e materiais expostos no Museu de Biociências. Esses tiveram como doadores o Bowen Science Building e o Departamento de Psicologia da Universidade de Iowa. Entre todos os equipamentos destacam-se o amolador articulado e automatizado de navalhas de histologia, a fonte de luz fria com cabos maleáveis de fibra optica, a coleçao de balanças de precisão e também o aparelho estereotáxico que permite cirurgias de hipofisectomia em ratos através do aperelho auditivo.

2022 HOJE
o Museu de biociências

O Prof. Elisardo sempre viu a necessidade levar a ciência, sua tecnologia e suas descobertas ao público fora dos muros das universidades. Em 2022 ele passou então a se dedicar em romper a bolha acadêmica ao criar o Museu de Biociências Professor Elisardo Vasquez, instituição que leva não só o seu nome, mas toda a coleção de aparelhos, equipamentos, documentos e registros históricos colecionados em mais de 40 anos de carreira como pesquisador, professor e gestor da área científica.

A criação dessa instituição foi possível a partir do apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e de suas agências de fomento, o CNPq e a Fapes. Isso permitiu o registro, categorização e sistematização de todo o acervo. Além disso, foi possível a criação de uma identidade de marca consistente e o desenvolvimento de um site, ampliando o alcance do Museu a nível internacional.

Hoje o acervo tem crescido consideravelmente a partir de parcerias com instituições de pesquisa e empresas, tanto nacionais quanto internacionais. Isso tudo demonstra um reconhecimento da importância que esse empreendimento tem para a sociedade. Nos encontramos em uma fase em que pretendemos englobar o processo de socialização trazendo ao Museu alunos de ensino fundamental e médio visando preparar o seu caminho para um futuro melhor.

Descendência científica do Professor Vasquez

Conheça a produção científica 
do Professor Vasquez

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